terça-feira, janeiro 31, 2006

Revolta!!!

Por caminho, pelas estradas, pelas ruas e pelos campos.
Um clamor está a crescer, uma voz está a gritar.
As nossas negras bandeiras ondulam com o vento.
O poder e as suas mentiras não durarão por muito tempo!

Revolta! Revolta! Revolta!

A revolta já estalou, nas aldeias e nos bairros.
Se o povo marcha unido nada poderá parar-nos.
Apesar dos seus controlos e a repressão da sua polícia.
Apesar do seu poder já se aproxima o nosso dia!

Revolta! Revolta! Revolta!

Nós não queremos um futuro construído sem ti.
Nós todos queremos morrer por ti!
A nossa Pátria é Europa, o nosso sangue é a vida.
Gritai! Gritai! Gritai!


música original de Plastic Surgery (Itália) com letra baseada na versão de División 250

Lusitanoi!

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Pelo Proletariado, Pela Nação!

NÓS, TRABALHADORES, DECLARAMOS GUERRA AO CAPITALISMO E AO COMUNISMO!

De há várias décadas a esta parte, o povo trabalhador português tem vindo cada vez mais a sofrer na pele as consequências nefastas das políticas levadas a cabo pelos sucessivos (des)governos + cúmplices (todos os restantes partidos da suposta oposição).

É com um misto de tristeza e revolta que assistimos à degradação do ambiente das nossas cidades, transformadas que estão em autênticas selvas de betão, que por sua vez dão abrigo a gangs de “jovens”* que tornam as nossas crianças reféns da sua tirania. (*termos usado para designar indivíduo descendente de imigrantes que se dedica à prática do crime)

A Imigração, que pelas suas proporções podemos considerá-la uma Invasão, para além de vir tirar postos de trabalho aos portugueses, vem ainda baixar (mais) os nossos salários, visto que os imigrantes/invasores se sujeitam a trabalhar por qualquer preço…

A classe política corrupta que nos desgoverna não conhece estes problemas, eles vivem noutro mundo…dos seus condomínios fechados não sentem a criminalidade dos nossos bairros (não usufruindo assim dos “benefícios” do multiculturalismo que nos impingiram), com os seus carros de luxo e motoristas particulares não conhecem os “arrastões” que diariamente acontecem nos transportes públicos, com os colégios particulares onde estudam os seus filhos, não imaginam as condições degradantes de muitas das escolas públicas e da insegurança de que são vítimas os nossos filhos…é altura de dizer BASTA!

Contra a exploração dos trabalhadores e suas famílias que esta escumalha traidora nos impõe, gritaremos “Nacionalismo é a solução!”

Pelo nosso futuro enquanto povo europeu que somos e sobretudo pelo futuro das nossas crianças, Revoltemo-nos contra o sistema!

Viva o Nacionalismo!

Viva o Proletariado Nacionalista!


terça-feira, dezembro 27, 2005

Sindicatos

O sindicato nacionalista não é um órgão de luta de classes, mas de representação profissional. O sindicato em si mesmo não é sinónimo de “luta de classes”, o marxismo é que faz dele um instrumento para esse fim. Criou a arma económica que o capitalismo internacional utiliza para destruir as bases económicas dos Estados nacionais livres e independentes, para aniquilar a sua indústria e comércio nacionais e, graças à mesma, para escravizar os povos livres ao serviço da finança capitalista internacional, que está acima dos Estados.

Por esse facto, o sindicato nacionalista deve fortalecer a economia nacional através da concentração organizada de grupos determinados de participantes da vida económica nacional e aumentar a sua força, eliminando todos os obstáculos que influam de forma destrutiva no corpo popular nacional, ampliar também a força viva da comunidade popular a fim de que eventuais obstáculos não tragam prejuízo ao Estado e não se tornem depois a desgraça e a corrupção da própria economia.

O campo de actividade que cada indivíduo toma no processo económico está sempre em relação de causa e efeito com a situação geral social e jurídica, pelo que:

●O operário nacionalista deve saber que a prosperidade da economia nacional significa o seu próprio bem-estar material.

●O patrão nacionalista deve saber que o bem-estar e a satisfação dos seus operários são a condição primordial da existência e desenvolvimento da sua própria prosperidade económica.

Para o sindicato nacionalista, a greve é, pois, um meio lícito e obrigatoriamente usado quando não existe um Estado Nacionalista, uma vez, que este é o único garante de harmonia social.

Um grande defensor e pensador da Europa

quinta-feira, dezembro 15, 2005

Contra a guerra de classes

“É absolutamente necessário acabar com a injustiça que consiste no desprezo do trabalho corporal. Por princípio dever-se-á julgar o indivíduo, não pelo tipo de trabalho que desempenha, mas pela qualidade do que produz. Tal princípio poderá parecer monstruoso numa época em que o administrativo mais estúpido, porque trabalha com uma caneta, é mais apreciado que o mais inteligente operário mecânico qualificado. Essa falsa apreciação não está, já o dissemos, na natureza das coisas; é um produto artificial da educação e que não existia antigamente. O estado contra-natura em que nos encontramos actualmente faz parte desses fenómenos mórbidos que caracterizam a decadência materialista do nosso tempo.

Num Estado onde reina a razão, deve haver o cuidado de atribuir a cada indivíduo o género de actividade que corresponde às suas capacidades ou, por outras palavras, de educar os diversos dons de acordo com as tarefas que os esperam; uma vez que a capacidade não é um produto da educação mas um dom inato no indivíduo, dom natural que não constitui um mérito do seu possuidor, a avaliação que a burguesia faz geralmente do valor do trabalho não pode apoiar-se na natureza do trabalho até certo ponto imposto ao indivíduo. Isso depende do seu nascimento e da educação que lhe foi dispensada pela comunidade. A apreciação do valor de um homem ou de uma mulher deve fundar-se na maneira como cumpre a missão que lhe foi confiada pela comunidade. O trabalho não é a finalidade da existência humana, mas apenas um meio para garanti-la.”
Um grande defensor e pensador da Europa

quarta-feira, dezembro 14, 2005

Apresentação

Saudações nacionalistas!

Caros Camaradas, criámos este blog com o intuito de mostrar aos trabalhadores que a única alternativa ao sistema de decadência, exploração e corrupção que esta sociedade capitalista nos impõe é o Nacionalismo. Ao invés de uma absurda “guerra de classes”, que sistemas como o comunismo defendem, o que origina uma fractura social no nosso Povo, o Nacionalismo propõe a união das classes em torno de um objectivo fundamental - a Nação!

É mais que chegada a altura de desmistificar a falsa preocupação do comunismo e da esquerda em geral com a defesa dos trabalhadores, pois se assim fosse não poriam em causa o emprego dos portugueses com a aceitação de imigrantes no sector do trabalho, que apenas beneficia os defensores do capitalismo, causando assim mais desemprego nas familias portuguesas.

Nós (operários, lavradores, pescadores e trabalhadores em geral) declaramos guerra ao capitalismo e comunismo, por um Portugal defensor do seu povo trabalhador, gritamos: O trabalho dignifica o homem e a mulher! Longa vida ao Nacionalismo!